DF_Teoria
e o Plano de AEE
A
importância do Plano de AEE e do Estudo de Caso é porque proporciona ao
professor do Atendimento Educacional Especializado-AEE o conhecimento mais
aprofundado a respeito do aluno com deficiência, como também apropriar-se dos
aspectos históricos, sócio, cultural, econômico e educacional dele.
E,
sobretudo a elaborar pesquisas para conhecer as especificidades das patologias
que integra as deficiências do aluno. Registrar as possibilidades que se pode oferecer
ao mesmo. Identificar o potencial que ele trás para se, e com isto receber os
complementos e suplementos no processo de ensino e aprendizagem.
Montar
toda a história, ou seja, mapear a rotina, os cuidadores, os agendamentos do
EE, os atendimentos com os especialistas da área da saúde, as tarefas
escolares, a participação na associação dos deficientes, o momento de lazer com
a família e com os amigos.
Listar
os recursos didáticos, pedagógicos, tecnologia assistiva de baixo e alto custo,
Comunicação Aumentativa e Alternativa. Articular a compra e a construção desses
materias que irá possibilitar a viabilidades na qualidade do aprender, como
também na dinâmica da acessibilidade dos espaços escolares e sociais.
O
contexto muda na individualidade de cada aluno, precisam se de estudos, de
autonomia para realizar as ações colaborativas junto aos parceiros do AEE: a
família, a gestão escolar e com os professores. Apresentar as necessidades e as
dificuldades para todos que fazem parte da comunidade escolar, direta ou
indiretamente contribuindo com o processo de inclusão. E, todavia as
modificações tanto no currículo como nos recursos de estruturas físicas tem que
estar sendo discutidas e atendidas em benefício ao desempenho escolar do aluno.
Essas mudanças estão caracterizadas aos detalhes de cada deficiência física, por
exemplo: correções e adaptações de equipamentos e materias escolares, que oportunize
o acesso de uso de um lápis ou outro objeto.
Entretanto,
a acessibilidade nos remete a refletir e a compreender o que nos diz: “Wilson (1971),
grande parte das crianças que tem deficiências físicas é beneficiada com
somente algumas modificações no ambiente físico, nos materias e equipamentos
utilizados para a atividade escolar”.
Podemos
levantar outras hipóteses, que a criança com deficiência física tenha problemas
neuro-motor, mas havendo possibilidades de desenvolver os recursos cognitivos
existentes. Para isso, é necessário rever o papel do professor, quanto
aplicação do currículo, os procedimentos metodológicos, os objetivos propostos
e a avaliação diagnóstica e interventiva nas áreas pedagógicas.
“O
professor ativo e criador é capaz de encontrar várias maneiras para favorecer o
desenvolvimento da coordenação física, à medida que a aprendizagem acadêmica do
aluno progrida. Equipamentos especiais pode também ser pensados, e organizados,
com o auxílio de um fisioterapeuta ou de um terapeuta ocupacional (MEC/SEESP)”.
Neste sentido o professor do AEE com o Plano de AEE elaborado, mostra as possibilidades
e o potencial do aluno e quais recursos e modificações necessárias para
promover a aprendizagem.
Contudo,
os procedimentos citados somarão ao poder de criatividade do professor da sala
de aula comum. Buscar os recursos de TA E CAA e pesquisar outros apontado nos
fascículos da Coleção-A Educação Especial na Perspectiva da Inclusão Escolar no
portal do MEC/SEESP.
O
Plano de AEE é essencial para execução das atividades na Sala de Recursos
Multifuncionais e ser vivenciado pedagogicamente na sala regular de ensino, com
a colaboração de todos da escola. E que no futuro próximo não possamos mais da
prestação de serviço do AEE.
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