sábado, 7 de setembro de 2013

A importância do Plano de AEE

DF_Teoria e o Plano de AEE
A importância do Plano de AEE e do Estudo de Caso é porque proporciona ao professor do Atendimento Educacional Especializado-AEE o conhecimento mais aprofundado a respeito do aluno com deficiência, como também apropriar-se dos aspectos históricos, sócio, cultural, econômico e educacional dele.
E, sobretudo a elaborar pesquisas para conhecer as especificidades das patologias que integra as deficiências do aluno. Registrar as possibilidades que se pode oferecer ao mesmo. Identificar o potencial que ele trás para se, e com isto receber os complementos e suplementos no processo de ensino e aprendizagem.
Montar toda a história, ou seja, mapear a rotina, os cuidadores, os agendamentos do EE, os atendimentos com os especialistas da área da saúde, as tarefas escolares, a participação na associação dos deficientes, o momento de lazer com a família e com os amigos.
Listar os recursos didáticos, pedagógicos, tecnologia assistiva de baixo e alto custo, Comunicação Aumentativa e Alternativa. Articular a compra e a construção desses materias que irá possibilitar a viabilidades na qualidade do aprender, como também na dinâmica da acessibilidade dos espaços escolares e sociais.
O contexto muda na individualidade de cada aluno, precisam se de estudos, de autonomia para realizar as ações colaborativas junto aos parceiros do AEE: a família, a gestão escolar e com os professores. Apresentar as necessidades e as dificuldades para todos que fazem parte da comunidade escolar, direta ou indiretamente contribuindo com o processo de inclusão. E, todavia as modificações tanto no currículo como nos recursos de estruturas físicas tem que estar sendo discutidas e atendidas em benefício ao desempenho escolar do aluno. Essas mudanças estão caracterizadas aos detalhes de cada deficiência física, por exemplo: correções e adaptações de equipamentos e materias escolares, que oportunize o acesso de uso de um lápis ou outro objeto.
Entretanto, a acessibilidade nos remete a refletir e a compreender o que nos diz: “Wilson (1971), grande parte das crianças que tem deficiências físicas é beneficiada com somente algumas modificações no ambiente físico, nos materias e equipamentos utilizados para a atividade escolar”.
Podemos levantar outras hipóteses, que a criança com deficiência física tenha problemas neuro-motor, mas havendo possibilidades de desenvolver os recursos cognitivos existentes. Para isso, é necessário rever o papel do professor, quanto aplicação do currículo, os procedimentos metodológicos, os objetivos propostos e a avaliação diagnóstica e interventiva nas áreas pedagógicas.
“O professor ativo e criador é capaz de encontrar várias maneiras para favorecer o desenvolvimento da coordenação física, à medida que a aprendizagem acadêmica do aluno progrida. Equipamentos especiais pode também ser pensados, e organizados, com o auxílio de um fisioterapeuta ou de um terapeuta ocupacional (MEC/SEESP)”. Neste sentido o professor do AEE com o Plano de AEE elaborado, mostra as possibilidades e o potencial do aluno e quais recursos e modificações necessárias para promover a aprendizagem.
Contudo, os procedimentos citados somarão ao poder de criatividade do professor da sala de aula comum. Buscar os recursos de TA E CAA e pesquisar outros apontado nos fascículos da Coleção-A Educação Especial na Perspectiva da Inclusão Escolar no portal do MEC/SEESP.
O Plano de AEE é essencial para execução das atividades na Sala de Recursos Multifuncionais e ser vivenciado pedagogicamente na sala regular de ensino, com a colaboração de todos da escola. E que no futuro próximo não possamos mais da prestação de serviço do AEE.





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