domingo, 29 de setembro de 2013

ATIVIDADES LÚDICAS



                                 ATIVIDADES


SALA DE AULA COMUM

                                   JOGO TANGRAM

Objetivos:
v  Desenvolver estratégias de resoluções de problemas;
v  Desenvolver habilidades de lateralidade;
v  Criar texto oral em grupos, individual ou coletivo.

Atividades:
Trabalhar a história do Jogo TANGRAM
Pesquisar o vocábulo no dicionário;
Apresentar em slides, fotos ou figuras de montagens do jogo TANGRAM;
Montar a figura do BARCO e CASA;
Criar uma história oral sobre uma figura formada;
Desenhar a figura formada;
Crie outra figura.

Avaliação:
Acompanhar o desenvolvimento da turma, o desempenho de cada aluno; observar e verificar as evoluções e os avanços significativos pertinentes aos objetivos elaborados.












                                       ATIVIDADES NO AEE


  JOGO TANGRAM

  OBJETIVOS:

v  Trabalhar o jogo como uma brincadeira;
v  Entregar as peças destacando os nomes;
v  Trabalhar os conceitos matemáticos possíveis.





A DESCRIÇÃO: Utilizar as sete (7) peças do jogo TANGRAM e formar as figuras: BARCO e CASA. As peças foram todas entregas ao aluno. Percebe se que ela cria a figura que deseja. Mas é preciso criar estratégias para levar o aluno com DI a compreender a montar a figura BARCO. Então passamos a entregar uma peça de cada vez, enfatizar as cores, as formas os tamanhos e as quantidades de peças. Mostrar as possibilidades de encaixe. Fazer comparações entre os modelos de figuras presentes na tampa da caixa e o modelo de Xerox da figura do BARCO – CASA.
        Ao entregar as peças podemos criar os conceitos matemáticos; fora, dentro, debaixo, em cima, de lado, direito, esquerdo, etc.
        O DI tem suas limitações no processo de construção de conceitos, mas não se pode negar o direito de promover o aprender, de se provocar para desequilibrar as funções cognitivas e verificar os avanços ou retrocessos. Sabe-se que cada aluno tem seu nível de aprendizagem. Então foi um prazer objetivar todos esses objetivos pontuados nessa atividade. Consciente que em outro atendimento o aluno tenha esquecido a maioria dos conceitos elaborados. Mas vamos continuar propondo todas as possibilidades para ocorrer o ensino e aprendizagem. Temos que ter paciência, pois o DI apresenta ritmos distintos entre eles, ou seja, os alunos com deficiência intelectual nos impõem a estudos, pesquisas e elaboração de planejamentos para adequar e adaptar as atividades ao nível de compreensão cognitiva dele.


sábado, 7 de setembro de 2013

A importância do Plano de AEE

DF_Teoria e o Plano de AEE
A importância do Plano de AEE e do Estudo de Caso é porque proporciona ao professor do Atendimento Educacional Especializado-AEE o conhecimento mais aprofundado a respeito do aluno com deficiência, como também apropriar-se dos aspectos históricos, sócio, cultural, econômico e educacional dele.
E, sobretudo a elaborar pesquisas para conhecer as especificidades das patologias que integra as deficiências do aluno. Registrar as possibilidades que se pode oferecer ao mesmo. Identificar o potencial que ele trás para se, e com isto receber os complementos e suplementos no processo de ensino e aprendizagem.
Montar toda a história, ou seja, mapear a rotina, os cuidadores, os agendamentos do EE, os atendimentos com os especialistas da área da saúde, as tarefas escolares, a participação na associação dos deficientes, o momento de lazer com a família e com os amigos.
Listar os recursos didáticos, pedagógicos, tecnologia assistiva de baixo e alto custo, Comunicação Aumentativa e Alternativa. Articular a compra e a construção desses materias que irá possibilitar a viabilidades na qualidade do aprender, como também na dinâmica da acessibilidade dos espaços escolares e sociais.
O contexto muda na individualidade de cada aluno, precisam se de estudos, de autonomia para realizar as ações colaborativas junto aos parceiros do AEE: a família, a gestão escolar e com os professores. Apresentar as necessidades e as dificuldades para todos que fazem parte da comunidade escolar, direta ou indiretamente contribuindo com o processo de inclusão. E, todavia as modificações tanto no currículo como nos recursos de estruturas físicas tem que estar sendo discutidas e atendidas em benefício ao desempenho escolar do aluno. Essas mudanças estão caracterizadas aos detalhes de cada deficiência física, por exemplo: correções e adaptações de equipamentos e materias escolares, que oportunize o acesso de uso de um lápis ou outro objeto.
Entretanto, a acessibilidade nos remete a refletir e a compreender o que nos diz: “Wilson (1971), grande parte das crianças que tem deficiências físicas é beneficiada com somente algumas modificações no ambiente físico, nos materias e equipamentos utilizados para a atividade escolar”.
Podemos levantar outras hipóteses, que a criança com deficiência física tenha problemas neuro-motor, mas havendo possibilidades de desenvolver os recursos cognitivos existentes. Para isso, é necessário rever o papel do professor, quanto aplicação do currículo, os procedimentos metodológicos, os objetivos propostos e a avaliação diagnóstica e interventiva nas áreas pedagógicas.
“O professor ativo e criador é capaz de encontrar várias maneiras para favorecer o desenvolvimento da coordenação física, à medida que a aprendizagem acadêmica do aluno progrida. Equipamentos especiais pode também ser pensados, e organizados, com o auxílio de um fisioterapeuta ou de um terapeuta ocupacional (MEC/SEESP)”. Neste sentido o professor do AEE com o Plano de AEE elaborado, mostra as possibilidades e o potencial do aluno e quais recursos e modificações necessárias para promover a aprendizagem.
Contudo, os procedimentos citados somarão ao poder de criatividade do professor da sala de aula comum. Buscar os recursos de TA E CAA e pesquisar outros apontado nos fascículos da Coleção-A Educação Especial na Perspectiva da Inclusão Escolar no portal do MEC/SEESP.
O Plano de AEE é essencial para execução das atividades na Sala de Recursos Multifuncionais e ser vivenciado pedagogicamente na sala regular de ensino, com a colaboração de todos da escola. E que no futuro próximo não possamos mais da prestação de serviço do AEE.





sexta-feira, 6 de setembro de 2013

Atividades:Tecnologia Assistiva

Atividades: Tecnologia Assistiva

Tema: O número no contexto escolar

Objetivo:

 Conhecer o número em diversos contextos.


Atividades:

Com a clareza de oportunizar a construção de conceitos de números, fazer a relação de número e quantidade, como também registrar o numeral, trabalhar a contagem de objetos e desenvolver a escrita por extenso. Apresento essa atividade que podemos propor a participação do aluno na aula de matemática, isso sem deixá-lo fora da rotina da sala de aula. É uma atividade de tecnologia de baixo custo.
Utilizo a prancha para fixar os cartões, os números, as letras, e os objetos (palitos de picolé, tampinhas de garrafas Pet, potes de tinta a dedo, etc.) de contagem nos momentos das mediações.
Essa atividade é realizada com freqüência com a aluna (04 anos) do Infantil I. Ela é diagnosticada pelos médicos como uma criança que tem Paralisia Cerebral, com déficit de aprendizagem, deficiência física nos pés (são fechados), dificuldades de fala, ou seja, ainda não oraliza as palavras, mas demonstra através de sorriso o que entendeu. Estuda na Educação Infantil. Apresenta dificuldades para compreender os novos conhecimentos nas primeiras orientações, temos que motivá-la e instigá-la para descobrir se houve ou não compreensão.
Refazendo a prática dessa atividade, podemos cantar as cantigas de roda que envolve o número que está sendo explorado, (2-elefante se balançava numa teia de aranha, mas quando via que ele não caia foi chamar outro elefante... 3). Brincar com o dado que tem os números 1,2,3 nas faces; para o reconhecimento do numeral 2; amassar a quantidade de papel em bolas, referente ao número em ênfase. Realizar a contação de histórias infantis que tenha a presença de números ou personagens para ser contados, por exemplo: Os três porquinhos, O patinho feio, Os sete anões, etc.
Há tantas possibilidades para usar o convencional até as modernas tecnologias. Mas é importante que trabalhe os conteúdos de forma contextualizados, pois não podemos apresentar um aprendizado fragmento e isolado para nossas crianças com deficiência,e também sem fazer distinção entre os demais colegas de turma. O aluno tem que ter prazer em participar e sentir-se incluído em todas as atividades escolares.




Recursos de Tecnologia Assistiva

Prancha de madeira
Cartões de 20 x 20 cm da Revista Mundo da Inclusão
Letrinhas de EVA – Projeto de Alfabetização / Alfa-Beto
Palitos de picolé, tampinhas, potes de tintas
Potes vazios descartáveis para fazer a contagem
Fita adesiva
Dado grande com os números: 1-2-3

Recursos Humanos

Professor do AEE
Professor da sala regular de ensino
Professor auxiliador


Avaliação:

Acompanhar o desempenho da aluna durante todos os procedimentos. Identifica o número, consegue contar os palitos até o número 2. Participa das atividades estabelecendo uma comunicação coesa. Colabora no registro por extenso usando a letrinha de EVA. Perceber se a mesma teve prazer em aprender, e  a manipular as letras e os números de EVA. É capaz de apontar o número trabalho no livro, revista, jornal ou nos brinquedos.



“Inclusão é sair das escolas dos diferentes e promover a escola das diferenças”. (Mantoan)